O mosquito tornou-se gigantesco, não temo nem a bomba nuclear! Total de cliques: Cliques mensais: Cliques semanais: Categoria do romance: Carregando, por favor aguarde... Outras obras do autor
Sob a luz inclemente do sol, estende-se uma lagoa de águas mortas.
Aquela água empesteada exalava um fedor insuportável, sua existência já se perdendo em anos incontáveis. Na superfície, boiavam detritos de toda sorte, assim como carcaças de ratos, em diferentes estágios de putrefação e fermentação.
O odor era absolutamente nauseante!
— Que água fétida! — exclamou um transeunte ao passar pela lagoa, sentindo-se tomado pelo miasma. Não se conteve e praguejou, cuspindo em seguida um escarro nas águas estagnadas.
— Se está fedendo, por que cuspir nela? Que falta de higiene! — resmungou alguém ao longe.
O transeunte, porém, não notou — nem poderia notar — que, sobre a superfície daquela poça de morte, um minúsculo larva de mosquito arregalava seus grandes olhos, flutuando e, em silêncio, zangava-se com o desconhecido agressor.
Jia Yan controlava seu novo corpo com extremo cuidado, esquivando-se habilmente do escarro que caía do céu. No estado em que se encontrava, bastaria uma gota para esmagá-lo e lhe ceifar a frágil existência.
Em sua mente, gritava num lamento profundo: “Outros renascem para voltar ao passado, contemplar o destino, ou atravessar mundos e tornar-se heróis invencíveis... Mas eu? Por que motivo fui reencarnar justamente como uma insignificante larva?!”
Sim, Jia Yan, agora, era apenas um pequeno inseto à deriva sobre a superfície da água — uma larva de mosquito.
Talvez nem todos saibam o que é uma larva, mas a criatura na qual ela se transforma ao crescer, todo habitante da Terra conhece: o temido e abomin