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— Senhorita, senhorita, a liteira nupcial já chegou à porta! — exclamou Meixiang, a criada, irrompendo pelo aposento, o rosto radiante de entusiasmo, dirigindo-se em altos brados à jovem no interior do quarto.
— Veja só o quanto você está contente; nem mesmo a senhorita está tão feliz quanto você! E daí que chegaram? Ainda precisamos deixar nossa senhorita bela como uma flor antes de tudo — replicou Meiyan, de modos mais comedidos, cuidando, sem pressa nem afobação, de embelezar minuciosamente a jovem sentada diante da penteadeira.
A moça diante do espelho vestia o traje nupcial vermelho escarlate, a cabeça ornada por uma coroa dourada de fênix. Os lábios, pintados de carmim, estavam cerrados, e antes mesmo que pudesse pronunciar qualquer palavra, as criadas e amas que a rodeavam já se apressavam em concordar, sorrindo:
— É verdade, hoje é o grande dia da senhorita, nada pode ser descuidado...
Meixiang, diante da cena, fez uma careta para Meiyan, mostrando a língua, e disse à jovem trajando o vestido de noiva refletido no espelho:
— Senhorita, a Dama da Alegria já foi ao encontro da senhora sua mãe; creio que logo estará a caminho deste lado.
A expressão da jovem permaneceu impassível; ela apenas assentiu levemente, esboçando um sorriso quase imperceptível, mas sua voz soou límpida e firme:
— Vá averiguar novamente.
— Sim, senhorita. — E, num piscar de olhos, Meixiang já desaparecera porta afora.
Meiyan, ao ver isso, não conteve um sorriso. Apesar do que dissera, voltou-se para