—Divórcio??? —Não tem problema, eu consigo suportar. —Terremoto!!! —Ainda bem. —Apaixonar-se??? —Se eu disser não, será suficiente? ......
"Duang... duang... duang..."
Logo ao amanhecer, Wen Liu foi despertada pelo som de alguém rachando lenha. Ainda com os olhos semicerrados de sono, não compreendia o motivo daquele barulho, afinal, já fazia muito tempo que, em sua aldeia natal, ninguém mais queimava lenha; gás encanado e água corrente haviam chegado a todas as casas dois anos atrás. Tomada de estranhamento, apressou-se, vestindo-se às pressas para averiguar o que se passava.
Seguindo a origem do ruído, deparou-se com uma cena que a deixou estarrecida: seu pai, Wen Jianjun, curvado, manejava um enorme machado, golpeando furiosamente o velho salgueiro nos fundos da casa. Imediatamente, Wen Liu correu para detê-lo:
— Papai, o que está fazendo? Esta árvore foi eu quem plantei, há quinze anos, com tanto esforço... Não imagina o quanto me dediquei, quanta água de lavar arroz gastei para que ela sobrevivesse! Agora, que finalmente cresceu assim, por que quer derrubá-la? Se está zangado, venha descontar em mim, está bem?
Ofegante de cansaço, o pai largou o machado e sentou-se pesadamente na laje de pedra sob o salgueiro, soltando um longo suspiro:
— Ai, Liu Liu, não é que eu queira descontar em você. Foi sua mãe, ontem à noite, assistindo a vídeos no celular, que viu um dizendo que salgueiro não dá filhos. Veja, só estou cortando porque foi você quem plantou este salgueiro; se fosse obra minha, não teria esse trabalho todo. Salgueiro não dá filhos... Isso não diz respeito a você? A culpa é minha, por ter escolhido esse nome para você, e você ainda plantou um salgueiro! Ach