[纯za?]
No interior da cabine de um avião particular, um caixão negro, pesado, estava fixado à direita, deslocado e opressivo.
Wen Ran permanecia imóvel ao lado, a pele alva como jade iluminada pelo sol radiante por um halo difuso.
Tão deslumbrante e etérea que parecia irreal, como se a qualquer instante fosse se desfazer no ar.
Então o telefone tocou. Ela ergueu ligeiramente as pálpebras de cílios curvados; a perplexidade e a dor em seus olhos belos foram aos poucos se dissipando, até serem tocadas por um pouco de calor humano.
“Vovô, eu e o papai...” Ao pronunciar a palavra papai, Wen Ran sentiu a garganta se fechar. O rosto já pálido perdeu ainda mais a cor. “...já chegamos ao aeroporto.”
“Miudinha, acabaram de bombardear o Aeroporto Sidi com terroristas; agora o local onde o avião pousou fica um pouco longe daqui”, disse o avô do outro lado da linha, ainda usando com ternura o apelido dela, mas com um tom extraordinariamente grave.
“Mas não tenha medo. Já providenciei alguém para buscá-la. Fique no avião e espere...”
No meio da frase, o sinal começou a falhar.
“Se acontecer alguma coisa... diga que você é a noiva de Zhou Qixiao... re...”
Wen Ran ainda não tivera tempo de perguntar nada quando, com um estrondo ensurdecedor, a porta da cabine do avião particular foi aberta por uma explosão, formando um grande rombo.
Faíscas ardentes e uma onda de calor invadiram o espaço em cheio.
Um grupo de homens armados avançou aos gritos e xingamentos.
Não lhe deram chance alguma de reagir; uma toalha embebida em dro